
Capitulo 7
Eu puxei seu rosto pra mais próximo do meu e o beijei mais calmamente. Sabe quando seu cérebro envia milhões de ordens pro seu corpo? Sabe quando o seu corpo teima em desobedecer? Sabe quando seu cérebro desiste e começa a enviar estímulos pra certos lugares do seu corpo? Sabe? Então insira isso à esse momento.
Não precisávamos transar. Mas poderíamos dar uns amassos de leve. E claro, eu me aproveitaria disso pra buscar informações. Se minha cabeça colaborasse.
Suas mãos começaram a abrir furiosamente os botões da minha blusa. Eu desisti do “amasso de leve”. Minha cabeça – definitivamente – não estava disposta a colaborar. Mas uma coisa era certa: não seria gritaria. Não mesmo. Ele que desistisse dessa idéia.
Estávamos os dois de calça. Eu me virei no sofá, ficando por cima dele e passei a morder seu corpo a partir do peito. Arrastei meus dentes pelos seus mamilos, ouvindo-o grunhir. Minhas mãos se postaram em cima do seu pênis e eu comecei a massageá-lo ferozmente sobre a calça. Abri os botões da calça e a joguei atrás de mim, pra fora do sofá. Ele sentou-se rapidamente num ofego, me levando junto, e fez com que eu batesse as costas no sofá.
Ele passeou pelo meu corpo com as mãos, enquanto a boca se ocupava com meu pescoço e áreas próximas. Joguei minha cabeça pra trás, no braço do sofá e ele começou a abrir minha calça, sem cerimônias. Ele a tirou e sorriu maliciosamente, enquanto sua mão seguia pra minha cocha e apertava a parte interior dela.
- Aww... - eu gemi baixo, mordendo o lábio e fechando os olhos.
Ele me deu um beijo nos lábios e desceu os dentes pelo meu corpo, parando no meu umbigo, enquanto suas mãos se encarregavam de adentrar a minha calcinha.
Seus dentes passaram pra minha virilha e suas mãos subiram pelo meu peito. Eu entendi perfeitamente o que ele pretendia. Ele iria me deixar muito perto e depois não me restaria opção, se não ceder. E quer saber? Pro inferno com isso! Ele cedeu primeiro, afinal, estou ou não na casa dele? Há!
Senti minha calcinha sendo abaixada rapidamente e logo encontrou o chão ao lado do sofá. As mãos de Arley passaram pela parte interna da minha coxa, enquanto um sorriso malicioso formava-se em seus lábios. Ele trouxe seu rosto pra mais próximo e lambeu minha bochecha.
- VOCÊ é que vai gritar. - ele declarou e voltou a descer pelo meu corpo.
“Okay. Ele provocou. EU não vou porra nenhuma!”
Eu deixei que o pobre pensasse que estava no comando. Afinal, sonhar é bom e é de graça.
Eu me sentei no sofá e o trouxe comigo. Me encostei no braço e ele me encarou confuso. O puxei pelos braços pra cima de mim e o beijei furiosamente. Minhas mãos deslizaram até sua ereção, que se friccionava contra mim, buscando contato.
- Aiin... Assim eu não vou ter fôlego depois... - ele suspirou em meu ouvido.
- Eu sei disso. - eu falei o apertando em minhas mãos.
- Eu já disse, você que vai. - ele sorriu.
- Veremos, honey. - eu respondi, masturbando-o mais depressa.
Ele gemeu contra meu pescoço e apertou meu braço. Ele ficou entre minhas pernas e puxou meus braços pra cima. Ele passou a movimentar-se sugestivamente sobre mim e eu perdi totalmente o controle sobre meu corpo. Quando você faz sexo, chega uma hora que você não se controla mais e tudo passa a rolar naturalmente.(n/a: Falou A puta entendida do assunto (Y))
- Awww, Arley ...! - eu gemi, arranhando os lados do seu corpo.
Ele sorriu.
- O que você quer que eu faça? - ele perguntou maliciosamente.
“Se agüenta Blanco, se agüenta... Ah!”
- ME. FODE. PORRA._ eu disse puxando sua cabeça pela nuca e o beijando fogosamente.
Ele sorriu durante o beijo, enquanto nossas línguas perdiam-se juntas. Estávamos suando. Lá fora fazia quase dez graus, mas nós estávamos em chamas.
Ele se inclinou rapidamente pro lado, conseguindo se livrar do beijo, e pegou o pacotinho que ele havia trazido mais cedo. Ele voltou a me beijar enquanto com uma mão segurava o pacote e com a outra deslizava os dedos pelo meu rosto. Foi um beijo mais calmo e gentil e eu senti algo estranho no estômago. Como é mesmo que chamam? “Borboletas no estômago”, ou algo do tipo.
Eu o beijei novamente, quando senti seus dois dedos me penetrarem. Eu separei nossas bocas e ofeguei fortemente contra seu pescoço. Ele parou os dedos e sua boca deslizou pro meu pescoço, beijando-o calmamente.
Eu mordi sua orelha e ele voltou a movimentar os dedos quando minha respiração normalizou.
- Diiiii... - eu arrastei a voz.
Ele sorriu e retirou os dedos de mim. Ele novamente pegou a camisinha, mas como ele estava demorando demais, eu mesmo abri e coloquei no pênis dele, ouvindo-o gemer.
- Anda, me fode! - eu falei voltando a me deitar no sofá.
Ele se guiou até minha entrada e me encarou apenas por segundos, me penetrando logo em seguida. Eu soltei um gemido de prazer, que o fez parar.
- Ah! Vai te foder! Aquela confusão toda pra “isso”!? - eu falei indignada.
Ele riu e se forçou mais forte contra mim.
- Aawww, agora sim! - eu disse puxando sua cabeça para outro beijo.
Nós nos soltamos, ele continuou a investir em mim fortemente.
- Owww... Vaii... - Eu mordi os lábios.
- Ooohh... - ele gemeu, apertando minha coxa..
Eu não agüentei por muito mais tempo e logo gritei. Arley investiu algumas últimas vezes, e gozou, jogando-se sobre meu corpo.
“Não devíamos ter ido tão longe.”
Eu esperei que nossas respirações normalizassem e finalmente falei.
- Eu preciso ir. - eu suspirei.
- Não. Você vai dormir aqui. - ele disse coçando os olhos de sono.
- É serio, eu tenho que ir. - eu insisti.
Ele nada disse, apenas levantou e me pegou no colo, não vou dizer que contra vontade, já que eu não resisti e me levou pra cama. Ele puxou os cobertores e nós nos encolhemos embaixo deles, finalmente sentindo frio.
- Vem. - ele disse me puxando pra mais perto dele e me abraçando. - Você está congelando.- ele sussurrou, friccionando as mãos em minhas costas.
Eu fechei os olhos e permiti que ele me aquecesse por aquela noite.
Não precisávamos transar. Mas poderíamos dar uns amassos de leve. E claro, eu me aproveitaria disso pra buscar informações. Se minha cabeça colaborasse.
Suas mãos começaram a abrir furiosamente os botões da minha blusa. Eu desisti do “amasso de leve”. Minha cabeça – definitivamente – não estava disposta a colaborar. Mas uma coisa era certa: não seria gritaria. Não mesmo. Ele que desistisse dessa idéia.
Estávamos os dois de calça. Eu me virei no sofá, ficando por cima dele e passei a morder seu corpo a partir do peito. Arrastei meus dentes pelos seus mamilos, ouvindo-o grunhir. Minhas mãos se postaram em cima do seu pênis e eu comecei a massageá-lo ferozmente sobre a calça. Abri os botões da calça e a joguei atrás de mim, pra fora do sofá. Ele sentou-se rapidamente num ofego, me levando junto, e fez com que eu batesse as costas no sofá.
Ele passeou pelo meu corpo com as mãos, enquanto a boca se ocupava com meu pescoço e áreas próximas. Joguei minha cabeça pra trás, no braço do sofá e ele começou a abrir minha calça, sem cerimônias. Ele a tirou e sorriu maliciosamente, enquanto sua mão seguia pra minha cocha e apertava a parte interior dela.
- Aww... - eu gemi baixo, mordendo o lábio e fechando os olhos.
Ele me deu um beijo nos lábios e desceu os dentes pelo meu corpo, parando no meu umbigo, enquanto suas mãos se encarregavam de adentrar a minha calcinha.
Seus dentes passaram pra minha virilha e suas mãos subiram pelo meu peito. Eu entendi perfeitamente o que ele pretendia. Ele iria me deixar muito perto e depois não me restaria opção, se não ceder. E quer saber? Pro inferno com isso! Ele cedeu primeiro, afinal, estou ou não na casa dele? Há!
Senti minha calcinha sendo abaixada rapidamente e logo encontrou o chão ao lado do sofá. As mãos de Arley passaram pela parte interna da minha coxa, enquanto um sorriso malicioso formava-se em seus lábios. Ele trouxe seu rosto pra mais próximo e lambeu minha bochecha.
- VOCÊ é que vai gritar. - ele declarou e voltou a descer pelo meu corpo.
“Okay. Ele provocou. EU não vou porra nenhuma!”
Eu deixei que o pobre pensasse que estava no comando. Afinal, sonhar é bom e é de graça.
Eu me sentei no sofá e o trouxe comigo. Me encostei no braço e ele me encarou confuso. O puxei pelos braços pra cima de mim e o beijei furiosamente. Minhas mãos deslizaram até sua ereção, que se friccionava contra mim, buscando contato.
- Aiin... Assim eu não vou ter fôlego depois... - ele suspirou em meu ouvido.
- Eu sei disso. - eu falei o apertando em minhas mãos.
- Eu já disse, você que vai. - ele sorriu.
- Veremos, honey. - eu respondi, masturbando-o mais depressa.
Ele gemeu contra meu pescoço e apertou meu braço. Ele ficou entre minhas pernas e puxou meus braços pra cima. Ele passou a movimentar-se sugestivamente sobre mim e eu perdi totalmente o controle sobre meu corpo. Quando você faz sexo, chega uma hora que você não se controla mais e tudo passa a rolar naturalmente.(n/a: Falou A puta entendida do assunto (Y))
- Awww, Arley ...! - eu gemi, arranhando os lados do seu corpo.
Ele sorriu.
- O que você quer que eu faça? - ele perguntou maliciosamente.
“Se agüenta Blanco, se agüenta... Ah!”
- ME. FODE. PORRA._ eu disse puxando sua cabeça pela nuca e o beijando fogosamente.
Ele sorriu durante o beijo, enquanto nossas línguas perdiam-se juntas. Estávamos suando. Lá fora fazia quase dez graus, mas nós estávamos em chamas.
Ele se inclinou rapidamente pro lado, conseguindo se livrar do beijo, e pegou o pacotinho que ele havia trazido mais cedo. Ele voltou a me beijar enquanto com uma mão segurava o pacote e com a outra deslizava os dedos pelo meu rosto. Foi um beijo mais calmo e gentil e eu senti algo estranho no estômago. Como é mesmo que chamam? “Borboletas no estômago”, ou algo do tipo.
Eu o beijei novamente, quando senti seus dois dedos me penetrarem. Eu separei nossas bocas e ofeguei fortemente contra seu pescoço. Ele parou os dedos e sua boca deslizou pro meu pescoço, beijando-o calmamente.
Eu mordi sua orelha e ele voltou a movimentar os dedos quando minha respiração normalizou.
- Diiiii... - eu arrastei a voz.
Ele sorriu e retirou os dedos de mim. Ele novamente pegou a camisinha, mas como ele estava demorando demais, eu mesmo abri e coloquei no pênis dele, ouvindo-o gemer.
- Anda, me fode! - eu falei voltando a me deitar no sofá.
Ele se guiou até minha entrada e me encarou apenas por segundos, me penetrando logo em seguida. Eu soltei um gemido de prazer, que o fez parar.
- Ah! Vai te foder! Aquela confusão toda pra “isso”!? - eu falei indignada.
Ele riu e se forçou mais forte contra mim.
- Aawww, agora sim! - eu disse puxando sua cabeça para outro beijo.
Nós nos soltamos, ele continuou a investir em mim fortemente.
- Owww... Vaii... - Eu mordi os lábios.
- Ooohh... - ele gemeu, apertando minha coxa..
Eu não agüentei por muito mais tempo e logo gritei. Arley investiu algumas últimas vezes, e gozou, jogando-se sobre meu corpo.
“Não devíamos ter ido tão longe.”
Eu esperei que nossas respirações normalizassem e finalmente falei.
- Eu preciso ir. - eu suspirei.
- Não. Você vai dormir aqui. - ele disse coçando os olhos de sono.
- É serio, eu tenho que ir. - eu insisti.
Ele nada disse, apenas levantou e me pegou no colo, não vou dizer que contra vontade, já que eu não resisti e me levou pra cama. Ele puxou os cobertores e nós nos encolhemos embaixo deles, finalmente sentindo frio.
- Vem. - ele disse me puxando pra mais perto dele e me abraçando. - Você está congelando.- ele sussurrou, friccionando as mãos em minhas costas.
Eu fechei os olhos e permiti que ele me aquecesse por aquela noite.
Continua...
posta ++++++++
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