Nome da Fanfic: Through The Trees
Escrito por: Marii Luck
Beta-Reader: Luanna
Adaptado por: Thainá Felix
Capa da Fic: Feito por Thainá Felix
Classificação: Livre
Gênero: Drama
Totais créditos ao site All Time Fics e á autora Marii Luck
Lua enxugou o rosto molhado e deu mais um gole em sua taça de vinho. Ela olhava através da janela do seu quarto que dava de frente para o fundo de sua pequena casa, onde havia um bosque. Já era outono e as folhas caíam, se acumulando pelo chão. Ela suspirou e deixou seu peito subir e descer devagar, aproveitando a sensação boa que o ar fazia dentro de seus pulmões. Era bom sentir alguma coisa, pra variar.
Sentir. Ali estava uma palavra que ela não usava fazia algum tempo. Ela caminhou lentamente até a janela e se apoiou nela pelos cotovelos, olhando fixamente para o pequeno jardim dos fundos antes que começasse o bosque. Sua cabeça foi mais uma vez preenchida por lembranças, lembranças que ela não queria que passassem por sua cabeça agora.
Sentir. Ali estava uma palavra que ela não usava fazia algum tempo. Ela caminhou lentamente até a janela e se apoiou nela pelos cotovelos, olhando fixamente para o pequeno jardim dos fundos antes que começasse o bosque. Sua cabeça foi mais uma vez preenchida por lembranças, lembranças que ela não queria que passassem por sua cabeça agora.
- Esse quintal é perfeito. Não é grande demais, nem pequeno demais, poderemos fazer festas aqui, sem contar em longos domingos em família... Tirando a parte de ter que limpar todas essas folhas... ? Lua suspirou sonhadoramente e depois riu, apontando para as folhas caídas no quintal da casa.
- Menos Lua, bem menos. Eu gostei da casa também. Se for por mim, vamos ficar com ela... E não seja preguiçosa, afinal, o outono não dura pra sempre. ? ele sorriu.
- Eu quero Arthur! É bem melhor que um apartamento, e fica mais perto da faculdade... É perfeita. Quer dizer, com exceção de ter um cemitério no final da rua, é perfeita. ? ele riu da cara de medo que ela fez e a abraçou delicadamente.
- Eu gosto de cemitérios... Não precisa ter medo de cemitérios, eu vou te proteger. ? ela riu e deu um tapa no braço dele.
- Oh, meu herói. ? ela disse com uma voz afetada, fingindo um desmaio.
- ?Tá bom viu, Lois Laine. ? os dois riram e se sentaram no jardim, olhando o bosque atrás da casa. ? Acho que a casa é perfeita. Quer dizer, tendo em mente que provavelmente daqui a alguns anos cada um de nós vai arrumar alguém para casar e seguir em frente, a casa vai ser ótima. Não vamos morar aqui pra sempre... E tem um quarto sobrando, podemos alugá-lo se precisarmos de mais dinheiro.
- É. Eu concordo. ? ela riu e eles ficaram abraçados olhando o bosque por mais alguns minutos.
- Menos Lua, bem menos. Eu gostei da casa também. Se for por mim, vamos ficar com ela... E não seja preguiçosa, afinal, o outono não dura pra sempre. ? ele sorriu.
- Eu quero Arthur! É bem melhor que um apartamento, e fica mais perto da faculdade... É perfeita. Quer dizer, com exceção de ter um cemitério no final da rua, é perfeita. ? ele riu da cara de medo que ela fez e a abraçou delicadamente.
- Eu gosto de cemitérios... Não precisa ter medo de cemitérios, eu vou te proteger. ? ela riu e deu um tapa no braço dele.
- Oh, meu herói. ? ela disse com uma voz afetada, fingindo um desmaio.
- ?Tá bom viu, Lois Laine. ? os dois riram e se sentaram no jardim, olhando o bosque atrás da casa. ? Acho que a casa é perfeita. Quer dizer, tendo em mente que provavelmente daqui a alguns anos cada um de nós vai arrumar alguém para casar e seguir em frente, a casa vai ser ótima. Não vamos morar aqui pra sempre... E tem um quarto sobrando, podemos alugá-lo se precisarmos de mais dinheiro.
- É. Eu concordo. ? ela riu e eles ficaram abraçados olhando o bosque por mais alguns minutos.
Lua sentiu as lágrimas escorrerem com mais força de seus olhos e segurou a taça com força, jogando contra a parede e gritou o mais alto que conseguiu. O barulho do seu grito misturou-se com o choque da taça na parede. Lua deixou seu corpo se encostar a parede e caiu devagar, até que seu corpo se encontrou ao chão e ela se encolheu.
Olhou para o lado e viu os pedaços da taça quebrada no chão. Pela parede, um rastro do resto do vinho que estava na taça se estendia até o chão. Seu coração ainda gritava, ela se sufocava com suas lágrimas e mal conseguia enxergar um palmo a sua frente. Ela olhou para o lado e podia jurar vê-lo a observando parado a porta.
Olhou para o lado e viu os pedaços da taça quebrada no chão. Pela parede, um rastro do resto do vinho que estava na taça se estendia até o chão. Seu coração ainda gritava, ela se sufocava com suas lágrimas e mal conseguia enxergar um palmo a sua frente. Ela olhou para o lado e podia jurar vê-lo a observando parado a porta.
- Por que você se foi? ? ela sussurrou para ele, sem sair do lugar. ? Por que me deixou? ? ela soluçou e abraçou as pernas com força. ? Você precisa voltar.
- Eu vou voltar. ? ela ouviu a figura embaçada de Arthur sussurrar de volta.
- Eu te amo. ? ela sussurrou mais uma vez, mas ele já não estava mais lá.
- Eu vou voltar. ? ela ouviu a figura embaçada de Arthur sussurrar de volta.
- Eu te amo. ? ela sussurrou mais uma vez, mas ele já não estava mais lá.
E mais uma vez, ela berrou o mais alto que conseguia.
Por que ele havia a deixado? Por que ele tinha que ir? Ele era tudo para ela. Sempre foi. Desde o momento em que pôs os olhos nele pela primeira vez, há oito anos, ela só tinha olhos para ele. Nunca houve outro cara, e nunca haveria. E ela nunca teve a chance de deixá-lo saber sobre esse amor... Ele se foi cedo demais. Rápido demais. Ela sequer teve a chance de dizer adeus. Ela havia perdido mais que seu amor: Havia perdido seu melhor amigo. O cara com quem, mesmo que sem querer, ela construiu uma vida, um lar. Ela havia perdido tudo.
Sem conseguir pensar outra coisa, ela se levantou correndo e saiu correndo da casa, atravessando a rua rapidamente e correndo, sem olhar para trás, sem olhar para nada. Suas lágrimas ainda a cegavam.
Por que ele havia a deixado? Por que ele tinha que ir? Ele era tudo para ela. Sempre foi. Desde o momento em que pôs os olhos nele pela primeira vez, há oito anos, ela só tinha olhos para ele. Nunca houve outro cara, e nunca haveria. E ela nunca teve a chance de deixá-lo saber sobre esse amor... Ele se foi cedo demais. Rápido demais. Ela sequer teve a chance de dizer adeus. Ela havia perdido mais que seu amor: Havia perdido seu melhor amigo. O cara com quem, mesmo que sem querer, ela construiu uma vida, um lar. Ela havia perdido tudo.
Sem conseguir pensar outra coisa, ela se levantou correndo e saiu correndo da casa, atravessando a rua rapidamente e correndo, sem olhar para trás, sem olhar para nada. Suas lágrimas ainda a cegavam.
- E se fossemos a Paris? ? ele perguntou.
- Eu prefiro Moscou. Sabe todas aquelas roupas enormes, e aqueles chapéus... Acho charmoso. E, além disso, dizem que os russos são maravilhosos. ? ela sorriu maliciosa e ele apenas torceu a boca.
- Não acredito que você está planejando viajar comigo apenas para conseguir algum russo, ou francês... ? ele balançou a cabeça e ela riu.
- Está com ciúmes Arthur? ? ele negou e ela riu ainda mais.
- Claro que não... Se você sumisse com algum russo, tenho certeza de que eu acharia uma russa para mim. ? ele gargalhou e ela fechou a cara. ? Ciúmes, Lua?
- Nunca, Arthur. ? os dois riram juntos e voltaram a planejar suas férias de verão.
- Eu prefiro Moscou. Sabe todas aquelas roupas enormes, e aqueles chapéus... Acho charmoso. E, além disso, dizem que os russos são maravilhosos. ? ela sorriu maliciosa e ele apenas torceu a boca.
- Não acredito que você está planejando viajar comigo apenas para conseguir algum russo, ou francês... ? ele balançou a cabeça e ela riu.
- Está com ciúmes Arthur? ? ele negou e ela riu ainda mais.
- Claro que não... Se você sumisse com algum russo, tenho certeza de que eu acharia uma russa para mim. ? ele gargalhou e ela fechou a cara. ? Ciúmes, Lua?
- Nunca, Arthur. ? os dois riram juntos e voltaram a planejar suas férias de verão.
Eles tinham tantos planos, tantas esperanças. Ele ia terminar a faculdade no próximo ano e eles se mudariam para Dublin... Tinham tudo preparado mentalmente. Ela só não entendia por que exatamente quando tudo parecia perfeito, Deus havia feito aquilo com ela. Depois de todos aqueles anos, tudo estava nos trilhos, nos trilhos certos. E agora, ela não tinha mais nada.
Ela só parou de correr quando já estava parada em frente à lápide dele. Em volta dela, várias flores recém-colocadas contrastavam com o chão cheio de folhas mortas deixadas pelas várias árvores. Mais cedo naquele dia, ela estava parada ali naquele mesmo lugar, vendo pessoas desconhecidas jogarem terra por cima do seu amado. Parecia tão errado deixá-lo apodrecer lá em baixo. Ela lembrava-se de olhar ao redor e ver tantas pessoas chorando... Amigos, família, colegas de faculdade...
Na noite anterior, uma mãe havia perdido seu filho. Uma jovem garotinha havia perdido seu irmão. Um jovem havia perdido seu melhor amigo... Na noite anterior, uma mulher havia perdido seu maior e único amor, seu melhor amigo.
Ela só parou de correr quando já estava parada em frente à lápide dele. Em volta dela, várias flores recém-colocadas contrastavam com o chão cheio de folhas mortas deixadas pelas várias árvores. Mais cedo naquele dia, ela estava parada ali naquele mesmo lugar, vendo pessoas desconhecidas jogarem terra por cima do seu amado. Parecia tão errado deixá-lo apodrecer lá em baixo. Ela lembrava-se de olhar ao redor e ver tantas pessoas chorando... Amigos, família, colegas de faculdade...
Na noite anterior, uma mãe havia perdido seu filho. Uma jovem garotinha havia perdido seu irmão. Um jovem havia perdido seu melhor amigo... Na noite anterior, uma mulher havia perdido seu maior e único amor, seu melhor amigo.
- Vai soar idiota e talvez, hm... Não sei bem, mas me sinto envergonhada ao dizer isso... Bem... Eu estava sonhando com esse momento fazia algum tempo. ? ela riu nervosa, deitada no peito nu dele.
- Quanto tempo? ? ele riu arqueando uma sobrancelha.
- Algum. ? ela riu e se abraçou mais forte a ele. ? Tenho medo de te soltar e ver que foi um sonho.
- Não foi. ? ele sorriu e beijou delicadamente os lábios dela, que sorriu abobalhada. ? Quer uma pizza? ? ele mudou de assunto radicalmente, fazendo-a rir.
- Como você é romântico Arthur! Estávamos no meio de um momento fofo e você quebra completamente o clima perguntando se eu quero pizza! ? ela riu indignada.
- Desculpa se estou com fome! E aposto que você também está... ? ele deu um sorriso malicioso e ela deu um tapa nele, que se levantou da cama. Pela milésima vez naquela noite, ela permitiu que seus olhos admirassem aquele corpo perfeito. ? Hey, para de me olhar assim. ? ele disse pegando sua boxer no chão e vestindo-a enquanto ela corava.
- Não tem nada aí que eu já não tenha visto, Arthur. ? ele riu e concordou.
- Vou buscar uma pizza, volto em menos de dez minutos.
- Por que simplesmente não liga e pede uma? ? ela perguntou curiosa.
- Estou com vontade de dirigir. ? ele deu de ombros ? Além disso, não fica longe.
- Vou sentir saudades... ? ela disse manhosa e ele gargalhou.
- Não é como se eu nunca mais fosse voltar, só vou buscar uma pizza Lua. ? ele acabou de se vestir e pegou sua carteira.
- Não é legal abandonar uma mulher depois do sexo. Ela vai pensar que você não gostou... ? ela fez um bico e ele foi até ela.
- Acho que é meio diferente quando essa mulher é sua colega de casa e sua melhor amiga... E ela sabe que foi ótima. ? ele piscou e deu um selinho nela. ? Até.
- Até. ? ela sorriu e ele sorriu de volta, saindo pela porta.
- Quanto tempo? ? ele riu arqueando uma sobrancelha.
- Algum. ? ela riu e se abraçou mais forte a ele. ? Tenho medo de te soltar e ver que foi um sonho.
- Não foi. ? ele sorriu e beijou delicadamente os lábios dela, que sorriu abobalhada. ? Quer uma pizza? ? ele mudou de assunto radicalmente, fazendo-a rir.
- Como você é romântico Arthur! Estávamos no meio de um momento fofo e você quebra completamente o clima perguntando se eu quero pizza! ? ela riu indignada.
- Desculpa se estou com fome! E aposto que você também está... ? ele deu um sorriso malicioso e ela deu um tapa nele, que se levantou da cama. Pela milésima vez naquela noite, ela permitiu que seus olhos admirassem aquele corpo perfeito. ? Hey, para de me olhar assim. ? ele disse pegando sua boxer no chão e vestindo-a enquanto ela corava.
- Não tem nada aí que eu já não tenha visto, Arthur. ? ele riu e concordou.
- Vou buscar uma pizza, volto em menos de dez minutos.
- Por que simplesmente não liga e pede uma? ? ela perguntou curiosa.
- Estou com vontade de dirigir. ? ele deu de ombros ? Além disso, não fica longe.
- Vou sentir saudades... ? ela disse manhosa e ele gargalhou.
- Não é como se eu nunca mais fosse voltar, só vou buscar uma pizza Lua. ? ele acabou de se vestir e pegou sua carteira.
- Não é legal abandonar uma mulher depois do sexo. Ela vai pensar que você não gostou... ? ela fez um bico e ele foi até ela.
- Acho que é meio diferente quando essa mulher é sua colega de casa e sua melhor amiga... E ela sabe que foi ótima. ? ele piscou e deu um selinho nela. ? Até.
- Até. ? ela sorriu e ele sorriu de volta, saindo pela porta.
Ela teria feito tudo diferente se soubesse que ao sair por aquela porta, ele nunca mais voltaria. Ela se sentou ao lado da lápide e leu em voz alta, pela milésima vez naquele dia, as escritas dali.
?Arthur Aguiar?
Era tão difícil ver o nome dele escrito ali. Tornava tudo mais real, mais doloroso. E ainda havia aquela parte dela que achava que quando chegasse em casa, ele ainda estaria a esperando para jantarem juntos. Ela limpou as lágrimas com a manga do casaco que estava usando ? um casaco dele -, e soluçou alto. Um soluço cheio de dor e mágoa.
- Você não está voltando. ? ela sussurrou se levantando e andando em direção ao bosque no fundo do cemitério, o mesmo que passava atrás de sua casa. Da casa deles.
Ela adentrou no bosque e andou em direção ao fundo, chutando as folhas com os pés. Ela sabia exatamente o que estava procurando, ele havia mostrado para ela há alguns anos. Era o lugar deles.
Tudo que a cabeça dela conseguia pensar era na noite que passaram juntos. Na melhor noite da vida dela. Ela ficou tão perto, tão perto de dizê-lo tudo que sentia, tão perto de fazer tudo dar certo. E agora... Agora tudo havia acabado.
Poucos minutos depois, ela achou o que procurava: Uma pequena clareira na meia do bosque, onde uma cachoeira caía ao fundo. O som da água caindo a relaxou por alguns segundos. Ela deu a volta na clareira e subiu até o topo da montanha onde a cachoeira caía, que era, aliás, uma das maiores que ela já havia visto de perto. Ao chegar ao topo, ela olhou para baixo e sentiu o vento balançar levemente seus cabelos. Uma brisa refrescante de outono tomou o ar e ela respirou fundo, sentindo aquele cheiro úmido e familiar. Ela olhou fixamente para baixo e sentiu suas pernas tremerem, era realmente alto.
Suspirou mais uma vez e olhou para o céu. Havia mais estrelas do que nunca naquela noite, assim como a lua estava mais brilhante e maior do que o normal. Ela olhou para a estrela mais brilhante do céu, e sorriu.
Tudo que a cabeça dela conseguia pensar era na noite que passaram juntos. Na melhor noite da vida dela. Ela ficou tão perto, tão perto de dizê-lo tudo que sentia, tão perto de fazer tudo dar certo. E agora... Agora tudo havia acabado.
Poucos minutos depois, ela achou o que procurava: Uma pequena clareira na meia do bosque, onde uma cachoeira caía ao fundo. O som da água caindo a relaxou por alguns segundos. Ela deu a volta na clareira e subiu até o topo da montanha onde a cachoeira caía, que era, aliás, uma das maiores que ela já havia visto de perto. Ao chegar ao topo, ela olhou para baixo e sentiu o vento balançar levemente seus cabelos. Uma brisa refrescante de outono tomou o ar e ela respirou fundo, sentindo aquele cheiro úmido e familiar. Ela olhou fixamente para baixo e sentiu suas pernas tremerem, era realmente alto.
Suspirou mais uma vez e olhou para o céu. Havia mais estrelas do que nunca naquela noite, assim como a lua estava mais brilhante e maior do que o normal. Ela olhou para a estrela mais brilhante do céu, e sorriu.
- Eu sei que é você. Você sempre brilhou mais forte do que qualquer um, e agora não podia ser diferente. É irônico, não? O outono. Outono sempre foi a nossa estação, afinal de contas. Vivemos a maioria dos nossos momentos especiais no outono, e agora... Eu olho em volta e vejo as folhas, eu sinto o cheiro e eu não consigo evitar lembrar-me de você a todo tempo. Eu sinto sua falta. Não consigo lidar com o fato de que você não está mais aqui. Não consigo lidar com essa falta que você faz... Eu não sei o que fazer sem você, entende? É como se faltasse uma parte de mim... A melhor parte de mim. Eu não consigo achar um sentido, uma razão pra existir sem ter você ao meu lado. É idiota, é egoísta e totalmente masoquista, mas eu sou fraca demais para enfrentar tanta dor. ? ela fechou os olhos e suspirou ? Eu sinto muito mesmo, mas... O meu lugar é com você, Arthur Aguiar. Você é o único que eu amo e minha única razão para existir. Sei que não é assim que você queria que eu agisse, mas é o único jeito de estar contigo. Ambos sabemos que não podemos existir um sem o outro. Eu sinto muito, de verdade, mas se faço isso é porque te amo e não sou forte o suficiente para ficar sem ti. ? ela sorriu e olhou para o céu uma última vez, antes de sussurrar por uma última vez ? Porque você não está voltando. ? ela fechou os olhos e deixou que seu corpo caísse em encontro a morte, se sentindo fraca, porém completa.

foi vc q fez isso pq se foi vc q fez meus parabens vc min faz chora a web toda do inicio ao fim muito linda e com a musica n tem como n chora como a historia foi contada e como ela foi terminada.
ResponderExcluirOlá Mariana , não fui eu quem escreveu a fic não , foi a Marii Luck... É realmente a web é bem triste e bem bonita , eu msm chorei mt tbm qnd eu a li pela 1ª vez e tbm achei q vcs iam se emocionar se eu a colocasse aqui... Q bom q vc se emocionou e gostou bastante , prometo q vou postar mais webs aqui p vcs ok? Bjoos ^^
ResponderExcluirCaraaaaaaaaaa q linda!!!
ResponderExcluirChorei mt!!!
:')